segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cuidando do Espírito.

"Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir." (1 Timóteo 4.8)  


É impressionante como a Bíblia aborda TODOS os assuntos possíveis, Deus é perfeito e pensou em tudo.


No mundo hoje se valoriza muito a estética, muitas pessoas estão fazendo verdadeiras loucuras para se encaixarem em um 'padrão de beleza'.
Mas eu me pergunto SEMPRE! Como pode haver um PADRÃO de 'beleza' num mundo onde todos somos diferentes? Não faz sentido!
As meninas hoje se matam para chegar ao 'peso ideal', das modelos. 
E as modelos? Muitas delas entram em depressão, ficam com Anorexia, Bulimia, e se engordam 2 quilinhos são simplesmente DESCARTADAS das passarelas.


Esse é um trecho do livro "O vendedor de Sonhos" de Algusto Cury, a qual gosto muito. (PRESTE A ATENÇÃO)



O estereótipo do belo, no mundo da moda, começou a ser formado pela exceção genética. Que desastre! Que injustiça!
As implicações são caríssimas. Para maximizar as vendas e gerar uma atração fatal entre as mulheres, o mundo fashion começou a usar o corpo de jovens completamente fora do padrão comum como protótipo de beleza. Uma entre dez mil jovens de corpo magérrimo e fácies, quadris, nariz, busto e pescoço estritamente bem-torneados tornou-se ao longo dos anos o estereótipo do belo. Que conseqüências no inconsciente coletivo!
 A exceção genética virou a regra. As crianças transportaram as bonecas Barbies com seu corpo impecável para o teatro da vida, e as adolescentes transformaram as modelos em um padrão de beleza inalcançável. Esse processo gerou, em centenas de milhões de mulheres, uma busca compulsiva do estereótipo, como se fosse uma droga. Elas, que sempre foram mais generosas e solidárias que os homens, se tornaram, sem perceber, carrascas de si mesmas. Até as chinesas e japonesas estão mutilando sua anatomia para se aproximar da beleza das modelos ocidentais. Sabiam disso?
No passado, os estereótipos não tinham graves conseqüências coletivas porque ainda não éramos uma aldeia global. Quando as mulheres pensavam que estavam voando livremente, o sistema tosou-lhes as asas com a ”síndrome da Barbie”.
 Lúcia, uma jovem tímida, mas versátil, criativa, excelente aluna, está com 34 quilos, embora tenha 1,66 metro de altura. Seus ossos saltam sob a pele, formando uma imagem repulsiva, mas ela se recusa a comer com medo de engordar. Márcia, uma jovem sorridente, extrovertida, uma menina encantadora, está com 35 quilos e tem 1,60 metro de altura. Sua face cadavérica leva seus pais e amigos ao ápice do desespero, mas ela do mesmo modo se recusa a se alimentar. Bernadete está com 43 quilos e mede 1,70 metro de altura. Gostava de conversar com todo mundo, mas se isolou do namorado, dos amigos e do bate-papo na internet. Rafaela pesa 48 quilos e mede 1,83 metro. Jogava vôlei, gostava de ir à praia e correr sobre a areia, mas agora está morrendo de inanição.
 Durante minha fala, quatro jovens desenvolveram anorexia nervosa. Algumas superam seus transtornos, outras o perpetuam. E se vocês perguntarem a elas por que não comem, ouvirão: ”Porque estamos obesas”. Bilhões de células suplicam que se alimentem, mas elas não têm compaixão do seu corpo, que não tem força para fazer exercícios físicos nem para andar. O desespero para alcançar o estereótipo do belo fê-las adoecer profundamente e estancou o que jamais conseguimos estancar naturalmente: o instinto da fome.
Se essas pessoas vivessem em tribos onde o estereótipo não tivesse um peso intenso, não adoeceriam. Mas vivem na sociedade moderna, que não apenas difunde a magreza insana, mas supervaloriza determinado tipo de olhos, pescoço, busto, quadris, o tamanho do nariz — enfim, um mundo que exclui e discrimina quem está fora do modelo. E o pior é que tudo isso é feito sutilmente.
Não nego que possa haver causas metabólicas para os transtornos alimentares, mas as causas sociais são inegáveis e indesculpáveis. Há cinqüenta milhões de pessoas com anorexia nervosa no mundo, um número que nos remete às proporções do número de mortos da Segunda Guerra Mundial.



Deus não faz acepção de pessoas! Pare de viver para este mundo, olha o que ele quer para você, que você morra! Mas Deus não,  Deus quer que você tenha vida em abundância, e não apenas vida em abundância, mas vida eterna!


Que Ele te abençoe.
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2 comentários:

Ellen disse...

este mundo quer que você morra. Deus quer que você tenha vida em abundância, e não apenas vida em abundância, mas vida eterna! um abraço a todos :*

Ana Claudia disse...

Amém! Vou colocar isso :D

Thank's!

:**

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